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Programação dos festejos juninos movimenta segmento de corte e costura

Aumento do volume de negócios nesse setor favorece a geração de emprego e renda em todo o estado

Redação por Redação
23/08/2025
em BRASIL
Tempo de Leitura: 4 minutos
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Festejos juninos em Sergipe

No ciclo junino, a busca pelos serviços de coste e costura aumenta consideravelmente (Foto: Erick O'Hara)

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Tecidos diversos, fitas, apliques, botões e pedrarias se misturam ao colorido dos festejos juninos. Nas roupas dos quadrilheiros ou na decoração dos eventos do período, o ritmo que marca a festividade também movimenta a economia sergipana. A valorização da cultura popular e o fortalecimento dos festejos juninos, com uma programação de 30 dias realizada pelo Governo de Sergipe e divulgada antecipadamente,  fomentam ainda mais esse segmento.

Costureira há quase 40 anos, Marilu Albuquerque, 65, conta que, no ciclo junino, a busca pelos seus serviços aumenta. “A gente consegue ganhar mais um pouco, ter um lucro maior nessa época”. Segundo ela, muitos dos materiais utilizados nos trajes festivos são comprados no comércio local. “A gente compra a linha, os enfeites, a liga dourada, a renda, o filó, o viés, o náilon, todo o material dos vestidos e para os acabamentos”, diz.

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Para Marilu, além da renda gerada com a alta demanda, é motivo de orgulho participar da confecção das roupas dos quadrilheiros. “Sinto-me maravilhada, todos ficam contentes. Quando os vejo dançando, bonitos, é um orgulho. É um orgulho fazer as roupas da quadrilha”, afirma.

A assistente de produção da Quadrilha Junina AssumPreto, Maria de Lourdes Albuquerque, reforça que, na compra dos materiais para montagem do figurino, é priorizado o comércio local. “Tudo é comprado aqui. A Assum Preto busca valorizar nossos comerciantes, nossos armarinhos, é muito importante para economia. Trabalhar buscando nossos comerciantes é também uma forma de ajudarmos a economia local”, pontua.

No Centro de Aracaju, a loja da empresária Cândida Campos já está enfeitada com elementos típicos juninos, chamando a atenção de quem passa pela diversidade de produtos oferecidos. “A gente tem que aproveitar essa época do São João. Não só os armarinhos, as costureiras e artesãos, mas todo o comércio local tem um sucesso maior nas vendas, todos ganham”, diz.

Marilu Albuquerque
Marilu conta que, no ciclo junino, a busca pelos seus serviços aumenta (Foto: Erick O’Hara)

Crescimento dos negócios

Segundo Cândida, o anúncio antecipado do calendário junino em Sergipe, reforçando o sentimento do estado como o ‘País do Forró’, e o período pós-pandemia trazem boas expectativas nos resultados das vendas deste ano.

“Tanto os profissionais da área de costura como as quadrilhas nos procuram para comprar, por exemplo, bicos e tecidos. Até turistas vêm nos visitar, afinal de contas, Sergipe é o País do Forró. E nós atendemos muitas pessoas das quadrilhas, assim como condomínios para decoração. Então, já observamos um crescimento de, em média, 25% das vendas e a expectativa é que cheguemos a 38%, somados os meses de maio e junho”.

O crescimento das vendas implica, ainda, na ampliação da mão de obra para atender a demanda crescente do período. “Hoje, temos dez funcionários efetivos e alguns contratados devido ao período, assim como meus dois filhos, já que é uma empresa familiar. Ainda devo contratar mais duas pessoas, já me preparando para essa demanda”, explica a empresária, que atua no setor há cerca de 30 anos.

Contratações

Maria de Lourdes acrescenta que, para atender aos 64 componentes da Assum Preto, precisou contratar mais mão de obra para a produção dos trajes. “São 64 componentes, fora a equipe técnica, banda, então é muita gente envolvida. Nós temos a costureira oficial da quadrilha há 32 anos, desde quando a quadrilha foi fundada, mas tivemos que buscar outras costureiras, oito que realmente vão para máquina, além dos assistentes que fazem a parte do artesanato, aplicações das pedrarias, rendas, totalizando aproximadamente 14 pessoas envolvidas nesse processo”.

Um dos profissionais contratados, Wanderson Aurélio dos Santos, 31, revela que se encantou pela máquina de costura desde criança, mas só começou a trabalhar com o serviço há cerca de três anos.“Achava bonito como um tecido virava uma roupas, essa transformação”.

O jovem, que também é professor de Arte e Dança, aproveita o período junino para fazer uma renda extra, já que há muitos pedidos de peças para confecção. “É mais uma renda extra, mas também faço pelo amor e pela arte. Para mim, é uma arte surreal o trabalho de imaginar uma coisa, cortar, modelar, costurar e, no final, ver a peça pronta no corpo de uma pessoa, ganhando vida, é um trabalho magnífico. Quando vejo as pessoas dançando com as peças que faço, o sentimento é de felicidade, de realização”, descreve Wanderson.

Cândida Campos
A loja da empresária Cândida Campos já está enfeitada com elementos típicos juninos (Foto: Igor Matias)

Programação ampla e diversa

Neste ano, reforçando a vocação de Sergipe como ‘País do Forró’, o Governo do Estado programou mais de 30 dias de festejos, iniciando com a programação da Rua de São João, desde o último 8 de maio, até a realização do Arraiádo Povo, entre os dias 1º de junho e 1º de julho. O calendário junino também conta com eventos no Gonzagão, Centro de Criatividade e 18 do Forte. No total, serão 250 atrações, sendo 140 atrações sergipanas, 40 trios pés de serra, 40 atrações nacionais e 60 apresentações de quadrilhas juninas.

De acordo com Wanderson, a ampla programação divulgada pelo Estado é importante para valorizar a cultura regional e para a geração de renda nos diversos setores da economia. “Sem o apoio do governo, a gente não conseguiria manter viva essa tradição por tanto tempo, se fosse só as quadrilhas por elas mesmas para manter viva uma tradição tão bonita como essa”, destaca o professor e costureiro.

O incentivo do Estado às manifestações artísticas e culturais também foi ressaltado por Maria de Lourdes. “É muito importante, porque é, a partir desse apoio, que a gente se programa, sabendo que vai ter locais para nos apresentarmos. É essencial esse apoio, os concursos, esse incentivo de pôr mais locais para a gente dançar, pois quanto mais espaços para as quadrilhas se apresentam, podemos mostrar nosso trabalho. E a nossa ideia é emocionar, transmitir alegria no cantar, no dançar, em um balanço da saia ou no balanço do ombro. E se a gente consegue em uma batida de pé, seja no xaxado, no baião ou em uma ciranda, passar essa emoção, não tem preço. Todo sacrifício da busca de uma cor de linha até uma pedra para ser usada no vestido, resume tudo quando a gente está ali dançando e consegue um sorriso, um aplauso, é maravilhoso!”, define a quadrilheira.


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