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Transporte

Atividades de transporte, armazenagem e correio ganharam mais 172 mil pessoas ocupadas no tri encerrado em outubro (Foto: Davi Alves/Agência Pará)

Taxa de desocupação cai e fecha trimestre encerrado em outubro em 7,6%

Pela 1ª vez, Brasil tem mais de 100 milhões de trabalhadores ocupados

Redação por Redação
30/11/2023
em BRASIL
Tempo de Leitura: 3 minutos
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A  taxa de desocupação ficou em 7,6% no trimestre de agosto a outubro, um recuo de -0,3 ponto percentual (p.p.) na comparação com os três meses anteriores. Foi a menor taxa de desocupação desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2015, quando ficou em 7,5%. A população desocupada chegou a 8,3 milhões de pessoas, menos 261 mil (3,6%) do que no trimestre anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (30) pelo IBGE.

A população ocupada foi de 100,2 milhões de pessoas, o maior contingente desde o início da série histórica, no 1º trimestre de 2012. Esse número é 0,9% maior que no trimestre anterior (adição de 862 mil) e 0,5% maior que o mesmo período de 2022 (mais 545 mil).

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Com isso, o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 57,2%, alta de 0,4 p.p. frente ao trimestre de maio a julho. “A população ocupada segue tendência de aumento que já havia sido observada no trimestre anterior”, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE.

O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) chegou a 37,4 milhões, o maior contingente desde junho de 2014, quando registrou 37,5 milhões. Esse número representa um crescimento de 1,7% (mais 620 mil) em comparação com o tri anterior e uma alta de 2,7% (adição de 992 mil) no comparativo interanual.

Já o número de trabalhadores por conta própria foi de 25,6 milhões de pessoas, um aumento de 1,3% (mais 317 mil) frente ao trimestre anterior. O número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável e fechou em 13,3 milhões. “Isso mostra que tanto empregados como trabalhadores por conta própria contribuíram para a expansão da ocupação no trimestre”, resume Beringuy.

A pesquisa mostra que o número de trabalhadores domésticos (5,8 milhões de pessoas), a dos empregadores (4,2 milhões de pessoas) e a dos empregados no setor público (12,1 milhões de pessoas) ficaram estáveis tanto na comparação trimestral quanto na interanual.

No recorte dos grupamentos de atividades investigados pela Pnad Contínua, o único grupo com crescimento entre os trimestres foi Transporte, armazenagem e correio, que apresentaram expansão de 3,2%, ou mais 172 mil pessoas. “As atividades, de modo geral, retiveram trabalhadores, sendo observado crescimento significativo no grupo de Transportes, armazenagem e correio”, salienta a pesquisadora.

Na comparação interanual, entretanto, houve alta em transporte, armazenagem e correio (5,4%, ou mais 283 mil pessoas), alojamento e alimentação (7%, ou mais 365 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (4,2%, ou mais 508 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou mais 439 mil pessoas). E apenas uma redução, em agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4%, ou menos 351 mil pessoas).

Rendimento segue crescendo

O rendimento médio real foi estimado em R$2.999, um crescimento de 1,7% em relação ao trimestre encerrado em junho e de 3,9% frente ao mesmo período do ano passado. Uma das explicações, de acordo com Beringuy, é a expansão continuada entre ocupados com carteira assinada, posição na ocupação normalmente com rendimentos maiores.

“Ou seja, a leitura que podemos fazer é que há um ganho quantitativo, com um aumento da população ocupada, e qualitativo, com o aumento do rendimento médio”, conclui.

Acompanhando o aumento do rendimento médio, a massa de rendimento atingiu novamente o maior patamar da série histórica da pesquisa, ao ser estimada em R$ 295,7 bilhões. Frente aos três meses anteriores, o aumento foi de 2,6%. Na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2022, uma expansão de 4,7%.

Taxa de subutilização fica em 17,6%

A PNAD Contínua também mostrou que a taxa composta de subutilização ficou em 17,6% no trimestre encerrado em outubro de 2023, uma queda de 2,5 p.p. ante o mesmo trimestre de 2022. Foi a menor taxa desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015, quando fechou em 17,4%.

Dessa forma, a população subutilizada ficou em 20,1 milhões de pessoas, um recuo de 14% frente ao mesmo período de 2022. Já a população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas foi de 5,3 milhões, queda de 14% no ano. A população fora da força de trabalho, por sua vez, foi de 66,8 milhões, um crescimento de 3,2% (mais 2,1 milhões) ante o mesmo tri de 2022.

Já a população desalentada foi de 3,5 milhões, queda de 4,6% ante o trimestre anterior e 17,7% no ano, sendo o menor contingente desde o trimestre encerrado em setembro de 2016, quando foi de 3,5 milhões. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada foi de 3,1%, queda nas duas comparações (0,2 p.p. no trimestre e 0,6 p.p. no ano) e é a menor taxa desde o trimestre encerrado em julho de 2016, quando também marcou 3,1%.


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