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Capa BRASIL

Produção industrial avança em nove de 15 locais pesquisados pelo IBGE

Os maiores avanços vieram do Amazonas (11,5%) e do Espírito Santo (5,2%)

Redação por Redação
10/10/2023
em BRASIL
Tempo de Leitura: 3 minutos
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Produção da indústria química

Alta no setor de produtos químicos influenciou crescimento da indústria paulista (3,0%) em agosto (Foto: Freepik)

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Com a variação de 0,4% na produção industrial nacional na passagem de julho para agosto, nove dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional nesse indicador registraram taxas positivas. Os maiores avanços vieram do Amazonas (11,5%), do Espírito Santo (5,2%) e do Rio Grande do Sul (4,3%). Os três estados haviam recuado no mês anterior. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo IBGE.

São Paulo (3,0%), estado que responde por cerca de 33% da produção industrial do país, também avançou em agosto e exerceu a maior influência positiva sobre o resultado nacional.

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“Essa alta vem após dois meses seguidos de queda, período em que a indústria paulista acumulou perda de 3,3%. O aumento se dá pela influência dos setores de produtos químicos, alimentícios e de veículos. No mês anterior, o setor de veículos apresentou retração e o crescimento de agosto representa um movimento compensatório”, explica o analista da pesquisa, Bernardo Almeida.

Com o crescimento expressivo de agosto, o maior desde dezembro de 2021 (13,4%), a produção industrial do Amazonas recupera parte da perda de 13,7% acumulada nos dois meses anteriores. O estado foi o segundo que mais impactou o índice nacional.

“O Amazonas encabeça a lista de estados com maior variação absoluta na passagem de julho para agosto. Os setores que mais se destacaram foram os de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos e de outros equipamentos de transporte, que são bastante atuantes dentro da indústria amazonense”, pontua.

Já o Espírito Santo (5,2%) voltou a crescer após a queda de 1,7% em julho. “Esse avanço teve como maior influência os resultados positivos do setor extrativo, que também impactou o recuo no mês anterior. Como a indústria capixaba é pouco diversificada, esse setor tem grande peso na formação industrial do estado”, destaca o pesquisador.

No Rio Grande do Sul (4,3%), o avanço de agosto interrompeu uma sequência de três meses de redução, com queda acumulada de 1,6% no período. “Na indústria gaúcha, o crescimento se deve aos setores de veículos e de derivados de petróleo. Assim como ocorreu em São Paulo, o segmento de veículos apresenta um movimento compensatório, uma vez que houve queda no mês anterior. É um movimento estratégico dentro da própria atividade para equilibrar a oferta e a demanda”, diz.

As produções industriais dos seguintes estados também cresceram na comparação com julho: Paraná (3,5%), Rio de Janeiro (1,7%), Goiás (1,0%), Mato Grosso (0,6%) e Santa Catarina (0,5%).

Do lado das quedas, os maiores destaques em agosto foram o Pará (-9,0%), que recuou pelo terceiro mês consecutivo, e a Bahia (-4,1%), pelo segundo mês. “O Pará foi o principal impacto negativo sobre o resultado da indústria nacional, tendo como maiores influências os setores extrativos e de minerais não metálicos. A indústria do estado também é pouco diversificada e quando há uma maior variação no setor extrativo, há uma variação expressiva do setor industrial paraense como um todo”, analisa Bernardo.

Em relação à Bahia, o pesquisador destaca que as maiores influências vieram dos setores extrativo e de derivados de petróleo. Os outros locais que também recuaram frente a julho foram Ceará (-3,8%), Pernambuco (-1,7%), Região Nordeste (-1,4%) e Minas Gerais (-0,7%).

Agosto

A indústria avançou 0,5% frente a agosto do ano passado, com crescimento em 11 dos 18 locais pesquisados. Dois estados tiveram ganho de dois dígitos nessa comparação: Rio Grande do Norte (49,8%) e Espírito Santo (26,3%). A indústria potiguar foi impulsionada pelos bons resultados do setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, óleos combustíveis e querosenes de aviação), enquanto a capixaba teve o impacto das indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, minérios de ferro pelotizados ou sinterizados e gás natural).

Os outros locais que ficaram no campo positivo na comparação com o mesmo período do ano passado foram Mato Grosso (8,5%), Goiás (5,6%), Rio de Janeiro (3,9%), Pernambuco (2,7%), Amazonas (2,7%), Rio Grande do Sul (0,9%), São Paulo (0,9%), Minas Gerais (0,7%) e Santa Catarina (0,2%).

Já as quedas na produção industrial do Ceará (-13,1%) e do Pará (-8,7%) foram as mais intensas entre os locais investigados pela pesquisa. No primeiro caso, a influência veio dos setores de produtos químicos, confecção de artigos do vestuário e acessórios, produtos alimentícios, couro, artigos para viagem e calçados e máquinas, aparelhos e materiais elétricos. A indústria do Pará, por sua vez, sofreu o impacto das indústrias extrativas.

Produção na Bahia

No acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a indústria variou -0,3%, com resultados negativos em nove dos 18 locais pesquisados no indicador. As quedas mais intensas foram registradas pelo Ceará (-7,0%) e pelo Rio Grande do Sul (-5,0%).

Quando analisada a taxa anualizada, ou seja, o acumulado nos últimos 12 meses, a produção industrial nacional também ficou no campo negativo: -0,1%. Nove dos 15 locais investigados nesse indicador variaram negativamente e nove indicaram menor dinamismo na comparação com os índices do mês anterior. As principais perdas vieram de Mato Grosso (de 6,3% para 4,9%), da Região Nordeste (de -4,9% para -6,0%), do Ceará (de -6,5% para -7,4%), da Bahia (de -4,4% para –5,3%), do Amazonas (de 5,7% para 4,9%) e de Pernambuco (de -5,0% para -5,6%).


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