• Anuncie
  • Capa
  • Fale com a gente
  • Política de privacidade
  • Quem somos
sábado, 06/12/2025
Sem resultado
Ver todos os resultados
Sergipe Negócios
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
  • EÓLICA & SOLAR
  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
  • BRASIL
  • MAIS
    • OPORTUNIDADES
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
  • EÓLICA & SOLAR
  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
  • BRASIL
  • MAIS
    • OPORTUNIDADES
Sem resultado
Ver todos os resultados
Sergipe Negócios
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa BRASIL

Produção industrial cresce em 11 dos 15 locais pesquisados em março, diz IBGE

As maiores altas foram registradas nos estados do Mato Grosso (9,3%), Amazonas (8,7%) e Pernambuco (8,1%)

Redação por Redação
19/05/2023
em BRASIL
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Produção de veículos

Setor de veículos foi o principal responsável pelo desempenho da indústria no Rio Grande do Sul (Foto: Fernando Ogura/AEN)

Share on FacebookShare on Twitter

N a passagem de fevereiro para março, a produção industrial brasileira avançou 1,1%, com crescimento em 11 dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. As maiores altas foram registradas pelo Mato Grosso (9,3%), Amazonas (8,7%) e Pernambuco (8,1%). No acumulado trimestral, a indústria caiu 0,4% e as taxas negativas foram verificadas em 13 dos 18 locais pesquisados. Já no acumulado em 12 meses a variação foi nula (0,0%), com nove dos 15 locais analisados mostrando resultados negativos. Os dados foram divulgados hoje (19) pelo IBGE.

Em abril, foram divulgados pela primeira vez os resultados da PIM Regional após as atualizações na seleção de amostra de empresas, unidades locais e lista de produtos, além da inclusão de três novos locais: Rio Grande do Norte, Maranhão e Mato Grosso do Sul.

NotíciasRelacionadas

Governo da Bahia oferta 40 mil mamografias no Outubro Rosa

Primavera começa com ondas de calor e baixa umidade no País

Idec diz que decisão do STF vai prejudicar usuários de planos de saúde

Anvisa proíbe venda de azeite Los Nobles e de suplemento alimentar

A principal influência positiva no resultado nacional foi o Rio Grande do Sul, com um crescimento de 5,6%. “O resultado de março vem após dois meses seguidos de resultados negativos. Alguns setores que antes apresentavam trajetória negativa, em março mostraram crescimento. Os de veículos automotores e derivados do petróleo impactaram no desempenho da indústria gaúcha. Esse avanço no estado também elimina parte da perda acumulada nos dois meses anteriores, de 11,5%”, explica Bernardo Almeida, analista da PIM Regional.

O Amazonas exerceu a segunda maior influência neste mês, com uma expansão de 8,7%. Os principais responsáveis foram os setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; e outros equipamentos de transporte. Trata-se da quarta taxa positiva consecutiva da indústria amazonense, acumulando um ganho de 20,7%.

Em terceiro lugar no ranking de influências, a Bahia teve crescimento de 5,6%. A explicação está principalmente no desempenho do setor de derivados de petróleo e, em menor grau, no de outros produtos químicos.

No lado das quedas, a maior influência veio do Paraná (-1,3%). “O setor de produtos de madeira influenciou negativamente o resultado da indústria paranaense, que acabou eliminando o ganho verificado no mês anterior, de 0,3%”, acrescenta Bernardo. Santa Catarina, com um recuo de 1,4%, aparece como a segunda maior influência negativa, em virtude do setor de vestuário.

Maior parque industrial do país, São Paulo encontra-se 2,7% abaixo do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020). “O ritmo da indústria paulista ainda está aquém daquele observado há mais de três anos, mostrando uma dificuldade de crescimento sustentado.

São Paulo teve uma variação positiva de 0,2% na passagem de fevereiro para março, sobretudo pelo bom desempenho dos setores de veículos automotores, derivados de petróleo e máquinas e equipamentos. Com isso, o estado interrompe três meses de resultados negativos. Nesse período, a indústria paulista teve uma perda acumulada de 4,9%. Já na comparação com março de 2022, São Paulo exerceu a maior influência negativa, com uma queda de 2,4%”, analisa Bernardo.

Acumulado trimestral  

Na comparação do acumulado trimestral (janeiro-março de 2023) com igual período do ano passado, a produção nacional teve redução de 0,4%, atingindo 13 dos 18 locais pesquisados. Rio Grande do Sul (-9,2%), Mato Grosso (-7,4%) e Bahia (-5,2%) se destacaram.

“O que pode explicar esse resultado é uma perda de ritmo da cadeia produtiva, consequência da maneira cautelosa como as decisões acerca da produção industrial vêm sendo tomadas. Há muitas incertezas, é algo que se observa no país todo de uma forma geral”, finaliza Bernardo.

Por outro lado, Amazonas (14,8%), Maranhão (8,3%) e Minas Gerais (8,0%) tiveram os avanços mais acentuados.

Estados

O setor industrial cresceu 0,9% frente a março do ano passado e, regionalmente, nove dos 18 locais pesquisados acompanharam o resultado positivo. Vale lembrar que março de 2023 (23 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (22). As maiores altas foram registradas por Amazonas (23,5%), Mato Grosso do Sul (8,6%), Minas Gerais (7,3%), Mato Grosso (6,7%), Maranhão (6,6%), Rio de Janeiro (5,8%), Pará (3,1%) e Rio Grande do Norte (1,3%).

O avanço de dois dígitos observado no Amazonas foi causado principalmente pelas atividades de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (unidades de memória, telefones celulares, televisores e terminais de autoatendimento bancário), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (gasolina automotiva, querosenes de aviação e naftas), outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas peças e acessórios), máquinas e equipamentos (máquinas de contabilidade, de emitir bilhetes e semelhantes e aparelhos de ar condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis, inclusive os do tipo split system) e bebidas (preparações em xarope para fins industriais para elaboração de bebidas).

No sentido oposto, Rio Grande do Sul (-6,5%) e Goiás (-5,3%) tiveram as quedas mais expressivas. A produção industrial gaúcha foi impactada, em grande parte, pelo comportamento negativo observado nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, gasolina automotiva, gás liquefeito de petróleo e naftas) e produtos alimentícios (sucos integrais de uva, carnes e miudezas de aves congeladas, carnes de suínos congeladas, produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de aves, leite esterilizados/UHT/Longa Vida e rações).

Em Goiás, os principais responsáveis pelo resultado negativo foram os produtos químicos (desodorantes, fertilizantes químicos das fórmulas NPK, cloretos de potássio, preparações capilares e sabões ou detergentes), confecção de artigos do vestuário e acessórios (camisetas, calças compridas, camisas, blusas e semelhantes de uso masculino e bermudas, jardineiras, shorts, calças e semelhantes de uso feminino) e produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, carnes e miudezas de aves frescas ou refrigeradas, óleo de soja em bruto e arroz).

Santa Catarina (-3,1%), São Paulo (-2,4%), Pernambuco (-2,3%), Ceará (-1,8%), Espírito Santo (-1,1%), Região Nordeste (-1,0%) e Paraná (-1,0%) foram os outros estados que recuaram nesta comparação.


Leia também: Campanha de vacinação contra a febre aftosa entra na reta final em Sergipe

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: BahiaIBGEindústriaMinas Geraisprodução industrialRio Grande do Sul
Artigo Anterior

Campanha de vacinação contra a febre aftosa entra na reta final em Sergipe

Próximo Artigo

Aeroporto do Recife é eleito o melhor do mundo em pontualidade

Redação

Redação

O portal EnergiaNews tem como foco principal a cobertura dos fatos relacionados ao setor de energia da Bahia

Próximo Artigo
Vista aérea do Aeroporto do Recife

Aeroporto do Recife é eleito o melhor do mundo em pontualidade

Sede da Secretaria Municipal da Saúde

Prefeitura de Aracaju abre processo seletivo com 1.084 vagas para a área da saúde

Últimas Notícias

Neoenergia

Linha de transmissão: trecho Poções III/Medeiros Neto II entra em operação

Prévia do PIB

Mercado reduz previsão da inflação para 4,86%

Divulgação do Destino Sergipe

Destino Sergipe será divulgado no Festuris

Dinheiro

Sergipe tem o maior avanço de potencial de mercado do país

+Lidas em 24 Horas

  • medicina

    Governo cria Bolsa Permanência de R$700 para estudantes do Mais Médicos

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Busca por crédito registra alta de 6,9%

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Transpetro abre propostas comerciais da licitação para aquisição de navios gaseiros

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Energia solar e a transição energética no Brasil

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Governo da Bahia oferta 40 mil mamografias no Outubro Rosa

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
  • EÓLICA & SOLAR
  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
  • BRASIL
  • MAIS
redacao@sergipenegocios.com.br

© 2023 Sergipe Negócios

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • BRASIL
  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
  • OPORTUNIDADES
  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
  • EÓLICA & SOLAR
  • MAIS
  • Anuncie
  • Política de privacidade

© 2023 Sergipe Negócios

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.